A Vida Viva pela preservação das espécies em vias de extinção

De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), um terço das espécies de tubarões atualmente existentes estão em risco de extinção. Esta constatação é alarmante, pois estes peixes são normalmente predadores de topo nas teias alimentares do seu meio ambiente e, desempenham por isso, um papel fundamental no equilíbrio dos seus ecossistemas marinhos.

Já demonstrado em diversos estudos, os esforços na conservação de tubarões podem ajudar muito a economia visto que estes peixes, para o sector do turismo, valem significativamente mais vivos do que mortos. Os tubarões têm um crescimento lento, uma maturidade tardia e, dando à luz poucas crias, as suas populações não se restabelecem ao ritmo de outras espécies de peixes mais comercializadas.

Nos mercados asiáticos, onde a sopa de barbatana de tubarão ainda é vista como uma iguaria, só medidas de legislação que interditem a comercialização, a posse ou a venda de barbatana de tubarão, são credíveis para uma inversão na procura intensa destes peixes. Ainda pouco representativos, são no entanto já vários os países onde estas medidas legais têm sido implementadas.

Internacionalmente, as medidas legislativas protetoras das espécies de tubarões existentes resultam muitas vezes de apelos de muitas organizações preocupadas com o futuro da vida no nosso planeta. Hoje, a Vida Viva, congratula-se com mais de meia centena de outras organizações, pelo esforço do Ministro do Turismo da Cultura e do Ambiente da província Sabah, na Malásia, na regulamentação legal promotora de mudanças efetivamente positivas para a conservação das espécies de tubarões.

Pela preservação da Vida no nosso planeta, pela Vida Viva, por Si e pelos seus: bem-hajam.